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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O Brasil de hoje se mantém intocável economicamente diante dos grandes, graças ao "Plano Collor", indiscutivelmente, essa dívida é real.

O principal fato que deixa o Brasil de hoje confortável diante das grandes potências económicas reduz-se a grande coragem da equipe económica do governo do ex-Presidente Fernando Collor de Melo.


A implementação daquela alternativa e, só existia aquela, obrigou a indústria brasileira, a se modernizar para sua preparação visualizando já o mundo globalizado.


Muitos o criticam até hoje, mas, já é costume, todos, ao mexerem no assunto ou, comentarem algo em torno da economia brasileira, volta e meia, citam os ditames do "Plano Collor". Bases dos reflexos benéficos comprovados no nosso dia-a-dia.


A essência económica futurista daquela época já previa, na célebre frase do Presidente, quando, sensatamente, disse: "Nossos carros não passam de carroças" - Naquele momento o Presidente estava certo. Esta frase foi a alavanca que faltava na consciência e na imoralidade, até então, utilizada pelas nossas indústrias, por sua vez, dotadas de interesses espúrios, sem pudor, colocando produto de péssima qualidade para nosso consumo, traindo sobremaneira, a ignorância reinante do brasileiro que o impedia ver.


É bem verdade que naquele governo houveram irregularidades, dentre essas a que se destacou foi a corrupção, no entanto, como ocorreu com um velho presidente da Câmara dos Deputados que, o esganaram, desmoralizaram e expulsaram daquela cadeira, com o Collor não foi diferente, tiraram-lhes o poder, também, do mesmo modo, não provaram nada contra a pessoa do Presidente Fernando Collor, esse, saiu ileso como o outro. O primeiro citado mantém na hostilidade, no entanto, o segundo, voltou para o Senado.


A verdade é que os reflexos daquele período podem ser observados não só nas ruas (com todo tipo de carros de primeira linhas e, importados de diversos países), mas, podemos verificar na vasta listas de produtos, em todos os seguimento e níveis, a mudança radical para melhor ou, sem sombra de dúvidas, semelhante aos ofertados no primeiro mundo.


Esta é minha opinião.

Um comentário:

msmsmsms disse...

seu blog é show, wellington, continue assim!