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sábado, 26 de janeiro de 2008

Cobrança a Presidência dos Estados Unidos da República Federativa do Brasil.


Excelentíssimo senhor Luiz Inácio Lula da Silva Digníssimo Presidente da República.



O desconforto, a insatisfação, o desassossego, a inquietação e, acima de tudo, a falta de respeito, são os fatores diários que me assolam ao folhear o “JH” primeira edição (matutina) nas primeiras horas do dia e já há algum tempo.

Certas pessoas se dão ao direito de através de calúnias, acusações sem provas e, em muitos casos, se utilizando de palavras de baixo calão, apontam o Presidente da República, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, quando com amenidade, como “Ladrão”, “Chefe de Gang” ou, “Ali Babá” etc.

Além de outros substantivos ou predicados que, no mínimo, extrapolam o direito de expor a boa palavra escrita, do livre pensamento e o direito à Democracia. De tal maneira que não suporto mais e, através desse Blog quero que chegue ao conhecimento de toda e qualquer autoridade competente, para, dentro do seu próprio profissionalismo e suas atribuições legais, reconheça o que se quer denunciar e, ao mesmo tempo, sejam tomadas as medidas cabíveis com o objetivo de respeito à figura maior do nosso País – O Presidente da República.

Corriqueiramente dois militares aposentados da Aeronáutica acham-se no direito e, ou na obrigação de quase que diariamente fazerem acusações infundadas atribuindo qualidades, dando indecentes nomes, de tamanha barbárie, cujas palavras, não me é permitido incluí-las neste texto. Será que esses são filhos da famigerada “Ditadura”? - Será que esqueceram que seus soldos são pagos pela Nação, ou melhor, pelo povo brasileiro?

A abusividade é descabida porquanto existirem Instituições competentes e concernentes às apurações cabíveis quando da ocorrência de fatos da natureza que as exija suas inferências.

Reconheço que qualquer cidadão tenha o direito e, do mesmo modo, possa falar mal do Presidente da República ou lhe fazer-lhes acusações graves, mas, para isso, é necessário que se muna de provas irrefutáveis e legais, de preferência documentais ou, no mínimo, com fotos ou filmes sem montagem, para se assegurar de que a acusação é acompanhada de uma prova com elementos legítimos.

No entanto, o que se vê, são palavras postas em um texto, dentre os quais, remetidos ao jornal, cujos títulos e início, daquelas opiniões publicadas, nos parece, inicialmente tratar-se de cultura ou fatos ligados à filosofia ou seus criadores, cujas opiniões submetidas ao público leitor, desgovernam-se e, com suas improbidades direcionam-se, única e exclusivamente, em atacar o Governo Federal na pessoa do senhor Presidente.

E com relação ao Jornal aqui apontado o que dizer? – Por que prefere publicar mais matérias nessa linha em detrimento às direcionadas ao bem-estar, informação ou, orientação social?

Não quero e nem estou aqui cogitando de “Censura” – jamais minha intenção se predispõe a isso! Mas, é que já está se tornando rotina de mero atrevimento e desafio imensurável e descabido à autoridade maior.

A possibilidade da existência de componente de um conjunto de pessoas com qualidade adversa à normalidade moral e ética é normal em todo e qualquer segmento.

Alguns jornalistas preferem utilizar como bordão algumas frases ditas pelo Presidente da República para se arvorar em seus argumentos e, os desenvolvendo de forma a achar que são brilhantes. Meros copiadores e indecentes idioléticos.

Umas das frases que mais utilizam é: “NÃO SEI DE NADA, NÃO VÍ NADA”

Poder-se-ia até estranhar como uma atitude duvidosa do Presidente da República, objetivando se esquivar de certos fatos e acontecimentos aparecidos durante o seu governo.
Porém, observemos um fato comum e corriqueiro probante que justifica a frase utilizada pelo senhor Luiz Inácio Lula da Silva, extraindo-se como pura verdadeira e, sem nenhuma maldade ou ato escuso:

Numa pequena família de conduta ilibada acontecem fatos os quais nos parecem inesperados e até sem justificativas, no entanto, com fortes conseqüências lastimáveis.

Pode ser observado até numa família de apenas três pessoas (Pai, mãe e filho), quando o filho tende ou pende para o mundo do crime ou da contravenção como o de drogado.

Como explicar que a proporcionalidade em relação ao qual se vigia e educa representa 200%? Pai e mãe na criação do filho, e essa falha acontece e, vemos diariamente no país a fora?

Confrontemos então com a função do Presidente da República. Inclusive, aqui, para fazer a comparação é de uma desproporção sem precedente.

Os escalões são muitos, os níveis dentro dos escalões são muitos, a quantidade de pessoas, que compõem os níveis, é muita, as áreas são muitas, os seguimentos são muitos, os grupos são muitos, os partidos são muitos, tudo é composto com grande quantidade de pessoas diferentes e índoles adversas. COMO CONHECER TODOS? – Impossível não?

Como o presidente vai saber de um problema com um correligionário lá no interior do RGN, numa cidade pequenina, cuja pessoa nunca viu na vida?

Mas alguém pode questionar: “E no caso de José Dirceu que, seu gabinete era vizinho ao dele e no mesmo prédio do Palácio do Planalto?”

Ora meu senhor! – Observemos pela ótica da responsabilidade atribuída. Se o Presidente da República o convida e o nomeia como Ministro da Casa Civil e, determinada função, é de extrema confiança e, a de maior proximidade do gabinete presidencial, não só física e geograficamente, mas, também, nas tomadas das grandes decisões governamentais, como desconfiar desse que lhes é de extrema confiança, repito, direta e incontestável.

Quem pode adivinhar que será traído por um dos melhores amigos e companheiro? – dessa possibilidade de adivinhar, jamais, existiriam traições.

Não se justifica a ninguém ser revoltado pelo Presidente ter sido um torneiro mecânico e não ter curso superior. A maior prova de competência e inteligência nos foi e, nos está sendo dada pelo próprio Senhor Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo com a sua precária cultura, chegar a Presidência da República Federativa dos Estados Unidos do Brasil.


Será Precária essa cultura e inteligência?

Questiono também:



"O que é mais importante, o Presidente da República se preocupar com os grandes problemas nacionais e internacionais ou, com problemas de picuinhas internas, os quais são resolvidos, apenas, com uma canetada, sumariamente?"

Nos meus 57 (cinqüenta e sete) anos de vida, jamais, vivenciei um Governo brasileiro com tanta disposição para investigar, descobrir, fazer vir à tona, desengavetar processos e, prender tantos culpados de falcatruas promovidas nos diversos escalões que, no mínimo, deve-se o reconhecer e o respeitar, atribuindo-lhe a lisura nessas atitudes desencadeadas com vigor.

Já é hora de exigir de forma legal explicações, de alguns indivíduos revoltados e inconseqüentes, referentes a textos publicados sem fundamentos.

Respeitemos nossas armas nacionais, nossos símbolos patrióticos e, no nível semelhante, o nosso Presidenta da República LUIZ INÁCIO LULA DA SIVA, eleito e reeleito pelo voto direto do povo brasileiro.

Essa é minha opinião
.















segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

O MAIOR ESCULACHO DADO POR UM BRASILEIRO COM EDUCAÇÃO NOS PRETENCIOSOS MUNDIAIS

Quanta falta nos faz representantes nas nossas Instituições em todos os níveis, inclusive, representação internacional, com tanto talento e gabarito cultural para defender a ética, a moral, a responsabilidade e, a hombridade com patriotismo loquaz.


Esse esculacho, aqui, considerado como “Uma tapa na cara” com educação, foi dada pelo senhor CRISTÓVAM BURQUE durante um debate numa universidade dos Estados Unidos. O ex-governador do DF, ex-ministro da educação e, atual Senador da República, foi questionado por um jovem norte-americano para responder a seguinte pergunta:

O que o senhor pensa da internacionalização da Amazônia?
Para a mesma pergunta foi lhe pedido que respondesse como Humanista e não, como Brasileiro.

Esta foi a resposta dada pelo Senhor Cristóvam Buarque como Brasileiro:

“De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso!”

Na seqüência sua resposta como Humanista merece uma atenção especial. Eis o que respondeu:

“Como Humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.”

“Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de Petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para Humanidade como a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração do petróleo e subir ou não o seu preço.”

“Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado, se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais.”

“Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.”

“Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.”

“Não faz muito, um milionário japonês decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disse, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.”

“Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimento na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.”

“Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiro, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.”

“Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada CRIANÇA do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir À ESCOLA. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, mas como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.”

“Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas enquanto o mundo me tratar como BRASILEIRO lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só Nossa!”

Considerando os valores apontados na resposta dada pelo Senador e, a verdadeira história da Ética, Moral, Razão e Verdade, dizem que são razões óbvias para que esta matéria não tenha sido divulgada à época.

Ainda há tempo. Minha contribuição é postá-la aqui a disponibilizando para que seja lida, copiada e, enviada a todos os amigos sem fronteiras. É necessário que haja uma ampla divulgação pela importância das colocações observadas merecendo o zelo por parte de cada um de nós brasileiros.

Ainda há esperança, temos bons brasileiros com cultura acentuada e brilhantismo quando a sabe usá-la.