Seja bem-vindo.

Deixe sua opinião ou comentário às postagens.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Fato verídico ocorrido em 1993

Trabalhava no BB na agência Ponta Negra quando, ainda, funcionava no shopping Cidade Jardim.

Um daqueles clientes chatos chega à agência e, de posse com o estrato de sua conta, dirige-se ao gerente baforando de raiva e o indaga: "Seu gerente! eu queria saber que cheque é esse aqui debitado em minha conta, pois, esse aqui não fui eu que o emiti!"

O gerente pede calma e lhe oferece uma cadeira, depois, pede o estrato e, em seguinte, também lhe pede para que lhe mostre o talão de cheques que portava para verificar a numeração do cheque debitado na conta se corresponde a numeração daquele talão. Por ser de dias anteriores, a emissão, o numero do cheque não pertencia àquele talão, então responde o gerente: Se o senhor aguardar um pouco podemos verificar no caixa movimento desse dia, os dados do cheque, ocorre no entanto, que pode, inclusive, ter sido lançado por engano, nesse caso, podemos estornar imediatamente, certo assim? - O cliente já chateado, ainda ter que esperar, ficou com aquela cara. O gerente chamou um funcionário e pediu urgência na pesquisa e, que trouxesse o resultado com brevidade, pois, o cliente estava ali a esperar.

O funcionário faz exatamente como solicitado. Acontece que mesmo querendo, à época, existiam dificuldades para localização do documentos por se tratar de grande volume de livros encardenados de caixa, como também, a quantidade de documentos.

Daí a esperar, o cliente já afobado, esbravejou que queria saber logo e, inclusive, chamando a atenção dos clientes que se encontrava no salão de atendimento dos caixas, grande número de pessoas se aglomera nas filas (tempo em que cada caixa tinha sua fila para atender e, devido a isso, o número de pessoas era grande), por sua vez o gerente, também, já preocupado com aquela postura, num grito suave, que dava para ouvir na parte interna do banco (suporte), perguntou: Fulano encontrou o cheque? (o nome é omitido para evitar esbulho), quando aquele, que se tratava de um funcionário brincalhão, respondeu em vós alta, que dava para todos ouvirem, inclusive os clientes presentes nas filas: "SIM, ENCONTREI, O CHEQUE PERTENCE AO TITULAR, PORÉM, ESTÁ ASSINADO PELA SUA ESPOSA E, FOI PARA PAGAR CONTA EM UM MOTEL".

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O Brasil de hoje se mantém intocável economicamente diante dos grandes, graças ao "Plano Collor", indiscutivelmente, essa dívida é real.

O principal fato que deixa o Brasil de hoje confortável diante das grandes potências económicas reduz-se a grande coragem da equipe económica do governo do ex-Presidente Fernando Collor de Melo.


A implementação daquela alternativa e, só existia aquela, obrigou a indústria brasileira, a se modernizar para sua preparação visualizando já o mundo globalizado.


Muitos o criticam até hoje, mas, já é costume, todos, ao mexerem no assunto ou, comentarem algo em torno da economia brasileira, volta e meia, citam os ditames do "Plano Collor". Bases dos reflexos benéficos comprovados no nosso dia-a-dia.


A essência económica futurista daquela época já previa, na célebre frase do Presidente, quando, sensatamente, disse: "Nossos carros não passam de carroças" - Naquele momento o Presidente estava certo. Esta frase foi a alavanca que faltava na consciência e na imoralidade, até então, utilizada pelas nossas indústrias, por sua vez, dotadas de interesses espúrios, sem pudor, colocando produto de péssima qualidade para nosso consumo, traindo sobremaneira, a ignorância reinante do brasileiro que o impedia ver.


É bem verdade que naquele governo houveram irregularidades, dentre essas a que se destacou foi a corrupção, no entanto, como ocorreu com um velho presidente da Câmara dos Deputados que, o esganaram, desmoralizaram e expulsaram daquela cadeira, com o Collor não foi diferente, tiraram-lhes o poder, também, do mesmo modo, não provaram nada contra a pessoa do Presidente Fernando Collor, esse, saiu ileso como o outro. O primeiro citado mantém na hostilidade, no entanto, o segundo, voltou para o Senado.


A verdade é que os reflexos daquele período podem ser observados não só nas ruas (com todo tipo de carros de primeira linhas e, importados de diversos países), mas, podemos verificar na vasta listas de produtos, em todos os seguimento e níveis, a mudança radical para melhor ou, sem sombra de dúvidas, semelhante aos ofertados no primeiro mundo.


Esta é minha opinião.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Cada povo tem o que merece ou a força faz o poder?

O castrísmo sob a égide de "Boliva' se mantém no continuísmo na Venezuela. Quem é esse cidadão? - Semelhante a um Che-Guevara? - E esse outro o que fez?
O próprio "Fidel Castro" que, com base na luta do "Che' não conseguiu, não fez nada - manteve sua ilha e seu povo, nesse período, em que esteve à frente com sua ditadura, afastados do mundo desenfreado no desenvolvimento, impondo sobre tudo e sobre todos o confinamento hostil que não leva a nada.
Hoje, com seu afastamento inevitável, seu irmão, Raul, tenta, a todo modo, pelo menos é o que se vê e se lê nos jornais, voltar aos poucos, ao convívio dos outros povos. Será possível igualar de forma que possam acompanhar o trem à toda? - O mundo não parou, não pára, não espera por passageiros que, queira ou não, não sabe nem entrar ou, pelo menos, conhecer a porta de entrada e, em qual dos vagões conseguirão entrar e, ainda, se o vagão escolhido é compatível com o desenvolvimento mental desses que o escolherem.
Não se pode ver com bons olhos as atitudes daquela gente quando, por exemplo, participam de competições desportivas ou, outra atividade que haja necessidade de deslocamentos em comitivas para fora da ilha para outras nações e, um ou alguns integrantes se aventuram em abandonar e se aventurar numa espécie de deserção. Isso configura não só uma revolta mas, um sofrimento de vida descomunal. É, do mesmo modo, algo a ser visto, pelos outros povos, como uma forma de manter em cárcere o povo de uma nação num presídio semelhante a ilha de "Alcatraz".
Não foi fácil, mas, o berço do "Comunismo" e a idiotice "Nazista" foram banidos da vida normal dos povos e, olha que, eram baseados em grandes nações fortes, mesmo assim, sucumbiram pelo força da lógica e da normalidade ideal.
Agora ressurge sem pudor um pequeno ditador que quer mostrar ao mundo que esse tipo de insanidade ainda não acabou. O pior de tudo é o sonho louco de querer ser o Líder da América do Sul. Nem daqui a cem anos conseguirá. O Líder "Natural" é o Brasil e, veja-se que para isso nunca houve imposição ou concorrência para tal. O mundo elegeu o Brasil como Líder e pronto.
O referendo que pôs o Hugo Chaves como Imperador se arrependerá, queira Deus que não demore. Uma Nação que não alterna seus governos não tem fé no futuro. É necessário e imprescindível que essa mudança seja natural. Todo povo tem que fazer mudanças e, sempre renovadas, senão, fica para trás, em relação às outras.
Esta é minha opinião!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

É necessário posicionamento político digno para um povo desinformado como o nosso.

É por esses e outros motivos que muitas das vezes ficamos à deriva. Por exemplo: “O meu voto” é só um, seu peso é imperceptível, no entanto, é necessário que matérias dessa estirpe alcance um público mais abrangente, por que digo isso? - simples (não quero que se pense que a penetração de alguns blogs não seja suficiente a atingir um grande público, jamais avalie assim), é que, os veículos que expõem esse tipo de matéria, como acontece, são em números, resumidamente considerável em relação aos que se posicionam contrariamente.
Ora meu Senhor! Se a bandidagem é explícita, de forma descarada, então? É necessário que tomem providências sérias com objetivo direcionado a um maior público. Para isso deveria existir uma espécie de associação - pertinente - outra vez, como exemplo: “De blogueiro com seguimento idênticos”, que possam de forma mais abrangente, explorar o assunto e, com mais vigor, fazer com que se chegue a uma parcela maior de brasileiros.
Minha idéia, acredito, tem fundamento. No entanto e, para tanto, faz-se necessário que alguém ou, um grupo qualquer, desde que seja forte, faça algo relevante e com resultados positivos.
Essa bandalheira que a oposição nunca deixou de promover - obrigatoriamente - a população tem que tomar conhecimento.
Apesar de não ser a favor da continuidade de Lula, apenas, para não caracterizar (idioticamente) como o Chavismo imbecíl, apesar de ser tangencialmente contrária (a posição de um em relação ao outro), não vejo outra saída. Como a opinião de muitos neste País, então e, da mesma forma, recomecemos nova campanha: “LULA NOVAMENTE, DESTA VEZ, PRÁ FRENTE…”
Esta é minha opinião.